TÃO LONGE, TÃO PERTO

2010 Exposições Memória institucional

A exposição Tão Longe, Tão Perto, realizada para marcar os 10 anos da Fundação Telefónica, esteve em cartaz no Museu Nacional, em Brasília (agosto a outubro de 2009) e no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em São Paulo (março a maio de 2010). Contou a história dos 10 anos da Fundação Telefónica e o desenvolvimento das telecomunicações no Brasil e no mundo. Foi um dos cases vencedores na categoria Memória e Responsabilidade Histórica, do Prêmio Aberje, que reconhece iniciativas inovadoras na área da comunicação institucional.

A exposição foi concebida a partir do acervo da Fundação Telefónica, um dos maiores acervos históricos da telefonia no Brasil. Em Tão Longe, Tão Perto, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer parte desse conjunto.

Entre os aparelhos telefônicos, destaca-se o “Ericsson de parede”, de 1884, um dos primeiros modelos a chegar ao Brasil em escala comercial; ou o “Pé de Ferro”, de 1892, pioneiro por permitir que se falasse e ouvisse numa mesma peça. Havia, ainda, um fax utilizado em 1950, um videofone da década de 1970 e um dos primeiros modelos de celular, fabricado nos anos 1990. 

Entre os documentos históricos, foi apresentada uma seleção de revistas Sino Azul, uma pioneira publicação institucional da extinta Companhia Telefônica Brasileira (CTB), precursora da Telesp, que circulou de 1928 a 1989; reproduções de patentes de algumas das principais invenções tecnológicas; uma lista telefônica de 1911 de São Paulo, além de fotos históricas que registraram a rotina de trabalho de funcionários da CTB.

A curadoria da mostra foi realizada por Peter Alexander Bleinroth Schulz, doutor em Ciências pela Unicamp e pela Universidad Autónoma de Madrid, que atua como professor de graduação e pós-graduação em Física e é pesquisador na área de Física da Matéria Condensada.

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Tão Perto e Tão Longe